O vereador Professor Fransuá (PV) usou, seu tempo na tribuna, da Câmara Municipal de Manaus (CMM), na para criticar a construção de um aterro sanitário pela empresa Marquise no KM13 da BR-174 no ramal Itaúba. Segundo o parlamentar, a construção está próximo a um igarapé localizado nas intermediações da Comunidade Ephigênio Sales.

Fransuá disse estar preocupado com a situação e afirmou ter chamado a empresa para discutir o assunto em uma reunião na Comissão de Meio Ambiente da Casa Legislativa. “Eu fiquei preocupado com este projeto, porque ele está a menos de 50 metros do igarapé do Leão, que fica bastante próximo. Existem, ainda, denúncias que mostram que naquela área existem nascentes hídricas importantes. Nós convidamos a empresa Marquise para uma discussão na Câmara em duas audiências que discutiam sobre resíduos sólidos e ela não compareceu nas duas vezes”, frisou.

 O vereador afirmou que vai acompanhar de perto todo o andamento dessa construção para que não haja danos para a área, e citou outras cidades que criaram leis que impedem a construção de aterros próximos a nascentes. “Outras cidades como Araçatuba, fizeram leis para evitar que isso aconteça, e nós temos que fazer algo também, antes que aconteçam desastres ao meio ambiente por conta da construção desses aterros em locais inadequados”.

Para Fransuá, o aterro deve ser permanente e pediu ao IPAAM relação de todas as licenças e multas que foram eventualmente concedidas ou aplicadas por causa desse empreendimento, o que ainda não lhe foi apresentado, e afirmou não entender porque o órgão ainda não mandou os dados. “Não entendo porque o IPAAM está segurando esses dados, já que temos direito a acesso a eles. Espero que eles disponibilizem logo para que possamos agir antes que esse empreendimento cause um dano ambiental irreparável”, finalizou.

Texto: Assessoria do vereador Professor Fransuá

Foto: Tiago Corrêa - Dircom/CMM


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