A Lei 3.336/2024, que inclui no calendário de Manaus a Semana de Conscientização sobre a Menopausa e do Climatério, foi sancionada pelo Executivo Municipal nesta segunda-feira (10/06). A medida foi criada a partir de Projeto de Lei nº 017/2023 do vereador Joelson Silva (Avante), com o objetivo de promover a conscientização para uma vida mais saudável nesta fase.

“Esse é um período em que as mulheres se tornam mais vulneráveis e é preciso esclarecer que o climatério é um período importante e inevitável na vida da mulher e deve ser encarado como um processo natural, e não como doença”, afirmou o parlamentar.

De acordo com a nova lei, a semana deverá ser realizada, anualmente, na primeira semana do mês de outubro. A lei estabelece ainda que caberá à secretaria competente a realização de palestras, campanhas e, quando necessário, acompanhamento médico às mulheres durante o período da menopausa e climatério.

Mudanças – De acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há aproximadamente 29 milhões de mulheres entre climatério e menopausa, o que totaliza 27,9% da população feminina brasileira.

Cientificamente, a menopausa é uma fase da vida da mulher em que ocorre a interrupção natural da menstruação, já que os hormônios femininos, como o estrogênio e a progesterona, não são mais produzidos pelos ovários. Essa fase costuma ocorrer, em média, entre 48 e 51 anos de idade. Ondas de calor, rubor facial, sudorese, palpitações e vertigens são alguns dos sintomas vivenciados por mulheres no período da menopausa.

Já o climatério é o período de transição da vida reprodutiva para a não reprodutiva. Ele é marcado por uma série de sinais e sintomas que surgem antes e depois da menopausa, causados pelas variações hormonais que acontecem nessa fase.

Texto: Eriana Monteiro – Assessoria de Comunicação do vereador
Foto: Mauro Pereira – Dicom/CMM

O vereador Capitão Carpê (PL) protocolou, nesta terça-feira (11/06), a indicação nº 274/2024, que solicita que a Prefeitura de Manaus avalie a extinção do serviço de estacionamento rotativo Zona Azul na capital amazonense.

O pedido veio após o vereador criticar o aumento do valor cobrado por hora do serviço, que passou de R$ 3,50 para R$ 3,98. O parlamentar também abordou a insatisfação da população com o modelo de estacionamento rotativo, como a falta de tolerância e dificuldade em realizar a recarga.

“A Prefeitura de Manaus precisa acabar com a Zona Azul. Não é aceitável que cada dia mais o valor fique mais caro e não haja nenhuma melhoria para a população”, afirmou Capitão Carpê.

Em 2023, o vereador cobrou providências solicitando a suspensão do aumento do valor cobrado no serviço alegando irregularidades.

Foto: Divulgação

A Frente Parlamentar em Defesa da Zona Rural e Ribeirinha presidida pela vereadora Professora Jacqueline (União Brasil), promoveu nessa segunda-feira (10/06), uma audiência pública para discutir os problemas enfrentados pela comunidade rural, como a precariedade da rede asfáltica e as frequentes interrupções de energia.

Durante a audiência, moradores e lideranças comunitárias expressaram suas preocupações e relataram os desafios enfrentados diariamente devido às más condições das estradas e à instabilidade no fornecimento de energia elétrica.

“As estradas não asfaltadas dificultam o transporte, especialmente em períodos de chuva, afetando o escoamento da produção agrícola e a locomoção dos moradores, além disso, as interrupções constantes de energia prejudicam a qualidade de vida e o desenvolvimento econômico da região”, destacou a produtora rural Cilene Albuquerque.

Representantes da concessionária Amazonas Energia e de órgãos públicos responsáveis como Procon-AM, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM) e Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror) também estiveram presentes, respondendo a perguntas e apresentando planos de ação.

O representante da Amazonas Energia destacou que investimentos estão sendo feitos para modernizar a infraestrutura e minimizar as quedas de energia. No entanto, reconheceu que ainda há muito a ser feito para garantir um fornecimento estável e confiável. O representante informou ainda que as demandas serão levadas aos superiores responsáveis para buscar soluções.

A vereador Professora Jacqueline ressaltou a importância da participação da comunidade nas discussões e na fiscalização das ações prometidas.

“É fundamental que a população continue engajada e cobrando melhorias. Estamos aqui para garantir que as vozes da zona rural sejam ouvidas e que os compromissos assumidos sejam cumpridos, hoje esse plenário pertence ao povo, nessa audiência é a vez deles de serem ouvidos, já que passam por muitas dificuldades em busca de melhorias para as suas comunidades”, afirmou a parlamentar.

A vereadora reafirmou seu compromisso em lutar por melhorias contínuas e sustentáveis para essas comunidades.

Texto: Saulo Viégas – Assessoria de Comunicação da vereadora
Foto: Mauro Pereira – Dicom/CMM

Localizada no bairro São Geraldo, na zona centro-sul de Manaus, a praça situada na alameda Pico das Águas, passará a se chamar oficialmente praça Eduardo Maciel. A lei nº 3.334/2024 foi sancionada pelo Executivo Municipal na última sexta-feira (07/06), determinando o novo nome do espaço. O Projeto de Lei que viabilizou a mudança é de autoria do vereador William Alemão

O local era conhecido como praça da alameda Pico das Águas, no entanto, segundo o parlamentar, os moradores do bairro se mobilizaram para mudar o nome do espaço em homenagem ao policial civil Eduardo Maciel da Silva Melo, morto em um acidente de barco, ocorrido em julho de 2020, no município de Envira.

“Essa lei é fruto da vontade dos moradores do São Geraldo, que escolheram homenagear uma pessoa muito querida pela comunidade. Tenho certeza de que a praça Eduardo Maciel será um espaço de lazer e convivência para todos os moradores do bairro”, afirmou William.

“Essa homenagem significa muito para a nossa família, pois o Duda deixou muitas saudades e foi um exemplo de policial, de pai exemplar, uma pessoa de caráter ímpar. Sempre pronto a atender a comunidade, leal a todos à sua volta”, afirmou Daniel Melo, policial militar e irmão do homenageado.

Para o vereador, a importância da participação popular na escolha do nome da praça é um exemplo de mobilização. No bairro São Geraldo a praça é popularmente conhecida como “praça do Prosamim”, entretanto, os moradores se articularam por meio de um abaixo-assinado apresentado ao vereador William Alemão solicitando a mudança do nome, como forma de homenagear o policial civil, que era morador do lugar.

Texto e foto: Assessoria de Comunicação do vereador 

Durante a Sessão Plenária de segunda-feira (10/06), o vereador Rodrigo Guedes (Progressistas) criticou o aumento no preço cobrado pelo sistema Zona Azul no Centro de Manaus. Em discurso no Pequeno Expediente na Câmara Municipal de Manaus (CMM), o parlamentar denunciou irregularidades e defendeu o fim do sistema de estacionamento na capital.

De acordo com Rodrigo Guedes, o sistema de estacionamento rotativo possui diversas falhas, entre elas a falta de pagamentos via pix, o que dificulta o acesso.

“O sistema não tem cumprido sua função de facilitar a vida do cidadão para achar vaga e se transformou em mera cobrança. A verdade é que o sistema só prejudica quem precisa ir ao Centro da cidade, diminuindo ainda mais o movimento do comércio. Em muitos casos, a população paga o Zona Azul e o flanelinha, por isso, o Zona Azul precisa acabar em Manaus”, defendeu o vereador.

Aumento – Segundo o vereador, na semana passada a Justiça autorizou a empresa Tecnologias de Trânsito da Amazônia, que administra o sistema Zona Azul, a cobrar a tarifa integral de R$ 3,98. Desde 2023, a tarifa do estacionamento é de R$ 3,98, mas a empresa concede desconto de R$ 0,48 e cobra R$ 3,50 do usuário.

A empresa teria dado como justificativa o fato de estar sofrendo prejuízos financeiros, tendo em vista que apenas 30% dos usuários realizam o pagamento.

Texto: Beatriz Araújo – Assessoria de comunicação do vereador
Foto: Mauro Pereira – Dicom/CMM

O vereador William Alemão (Cidadania) voltou a cobrar, nesta segunda-feira (10/06), na tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM), a recuperação de trechos da rua Conde, localizada no núcleo 23 do bairro Cidade Nova, zona norte, e também da avenida Topázio, no Jorge Teixeira, zona leste.

As duas vias registraram ocorrências de desabamentos, assim como a rua Juriti-azul, no bairro Grande Vitória, onde os trabalhos de restauração iniciaram nesta segunda.

“As máquinas chegaram à rua Juriti-azul, mas a preocupação da comunidade é a de que os trabalhos iniciem, mas sejam finalizados, porque sabemos que há lugares que as obras iniciam, mas não são concluídas”, disse William Alemão.

Providências – O vereador relembrou cobranças feitas por ele no plenário da CMM para execução de serviços em diversos pontos da cidade que necessitam de obras, seja por meio de requerimentos, Audiência Pública ou em suas redes sociais.

É o caso da rua Conde, onde o desbarrancamento contínuo da via foi denunciado em 2022 pelo parlamentar. Segundo ele, há mais de um ano os moradores convivem com a erosão do lugar, o qual registrou o desmoronamento de uma igreja que foi interditada.

O vereador afirma que equipes da Prefeitura já estiveram no local, porém, o serviço ficou limitado a interditar os imóveis ameaçados, já que boa parte deles apresenta rachaduras nas paredes.

Avenida Topázio – Em relação à avenida Topázio, no Jorge Teixeira, o vereador promoveu uma Audiência Pública, em maio, por meio da Comissão de Habitação e Regularização Fundiária Urbana (Comharfu), para cobrar providências na recuperação de um trecho da via. O caso está relacionado a um desabamento na comunidade Pingo D’água, em março de 2023, que resultou na morte de oito pessoas.

Durante a audiência, os moradores afirmaram que, até o momento, a Prefeitura de Manaus se limitou a apenas colocar tapumes na avenida Topázio.

Texto: Assessoria de Comunicação do vereador
Foto: Mauro Pereira – Dicom/CMM 

O vereador Rosivaldo Cordovil (PL), durante o grande expediente na Câmara Municipal de Manaus (CMM) nesta terça-feira (20/02), alertou sobre a situação do aterro sanitário, que segundo o parlamentar é crítica, além disso, outro problema seria o lixo que vai para os mananciais e prejudica a população de Manaus.

O parlamentar afirmou que o lixo que vai para o esgoto, para o igarapé, prejudica o meio ambiente, as nascentes e os mananciais da cidade, e que é preciso uma solução urgente para o problema.

Contudo, o vereador elogiou as ações sociais realizadas em parceria com institutos, igrejas e outros tipos de entidades, que visam conscientizar e limpar a cidade de Manaus, mas disse que é necessário mais divulgação e mais campanhas de conscientização nas comunidades, principalmente. Ele também cobrou da Prefeitura de Manaus que amplie as campanhas de compensação ambiental.

“A situação do aterro sanitário é grave e precisa ser resolvida o quanto antes. Não podemos deixar que o lixo continue sendo despejado de forma inadequada e que o chorume contamine o Rio Negro, como já foi apontado por um laudo do Ipaam. Temos que preservar o meio ambiente e a saúde da população”, disse o vereador.

Rosivaldo também pediu ação e conscientização da população.

“Também peço que a população se conscientize e faça a sua parte, separando o lixo reciclável do orgânico, evitando jogar lixo nas ruas e nos igarapés, e participando das ações sociais que promovem a limpeza da cidade”, finaliza Cordovil.

Texto: Assessoria de Comunicação do vereador
Foto: Mauro Pereira – Dicom/CMM

Durante o Pequeno Expediente, desta segunda-feira, (13/02), na Câmara Municipal de Manaus (CMM), o vereador Sassá da Construção Civil (PT), registrou que alguns bairros de Manaus ficaram sem abastecimento de água, em pleno domingo. Ele aproveitou para pedir, mais uma vez, que os colegas assinem o requerimento para investigar a empresa Águas de Manaus.

“A CPI não é minha, a CPI é do povo de Manaus, que tá pagando uma fatura cara com cem por cento de taxa de esgoto, onde a empresa quebra as calçadas, faz o que quiser e ninguém faz nada. Eu quero o apoio desta Casa”, pediu o parlamentar.

Dos 41 vereadores, a proposta precisa da assinatura de, pelo menos, um terço deles, ou seja, 14 assinaturas para ser avaliada pela Mesa Diretora, a quem cabe decidir se vai ou não instaurar o procedimento investigatório.

A intenção da proposta é investigar, principalmente, a cobrança de 100% da taxa de esgoto sem a prestação de serviços; o reajuste de 24,52% nas faturas do consumidor de forma escalonada, além das falhas de fornecimento, principalmente nas zonas periféricas da cidade.

Além de Sassá, e o coautor da proposta vereador Rodrigo Guedes (Republicanos), os vereadores que já assinaram o documento são: Capitão Carpê (Republicanos), Yomara Lins (PRTB), William Alemão (Cidadania), Thaysa Lippy (Progressistas), Caio André (PSC), Daniel Vasconcelos (PSC), Ivo Neto (Patriota), Raiff Matos (DC), Kennedy Marques (PMN) e Gilmar Nascimento (União Brasil).

Ao finalizar seu discurso, o vereador Sassá pediu aos colegas que não assinaram o documento, que não façam pressão para que a proposta seja ignorada pelos demais.

“Eu quero dizer aos nossos colegas que não venham fazer pressão em cima de mim para não assinar, porque os colegas que assinaram vão manter a assinatura. Se não querem assinar, fiquem calados. Não fique jogando palavras pra colegas, dizendo que não vai dar em nada”, reforçou o parlamentar.

 

O vereador Lissandro Breval (Progressistas) voltou a criticar, durante a Sessão Plenária desta segunda-feira (10/06), a ausência de medidas efetivas para ordenamento do Centro Histórico de Manaus.

“Três anos e cinco meses, e eles vêm com esse papo de restaurar o Centro de Manaus, dizendo que vão devolver o Centro. Falta vergonha na cara, falta respeito com o morador, com o empreendedor que gera emprego, assina carteira. Eu quero entender o que é esse ordenamento para o secretário”, afirmou o parlamentar.

Para Lissandro Breval, as imagens divulgadas em redes sociais de secretários mostram um descaso, sendo que obras são anunciadas, porém, segundo o parlamentar, o caos nas ruas do Centro continua sendo denunciado por quem mora ou trabalha na área.

“A população não precisa de ‘lambança’. A população precisa de respeito, quem mora, trabalha e empreende. As ruas estão sujas, as ruas estão tomadas por total desordem e fazer vídeo não vai resolver nada”, concluiu.

Foto: Mauro Pereira – Dicom/CMM

Na tarde desta quarta-feira (19/04), o vereador Rosivaldo Cordovil participou da Audiência Pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Águas de Manaus, realizada no auditório Adriano Jorge, na Câmara Municipal de Manaus (CMM). O objetivo da audiência pública foi discutir questões relacionadas ao serviço de saneamento básico e abastecimento de água na cidade de Manaus.

A audiência foi convocada pela Comissão da CPI da Águas de Manaus, e contou com a presença da população, assim como os membros da Comissão e representantes de movimentos sociais.

“É importante ouvir a população acerca do assunto pautado, é dessa forma que buscamos atender as demandas da nossa gente,” disse o parlamentar, destacando que mais uma vez a Comissão se reúne em busca de solucionar os problemas enfrentados pela população de Manaus.

“Esse é nosso dever como parlamentar e representantes da nossa gente buscar soluções para as demandas apresentadas, afinal, essa Casa Legislativa é uma caixa de ressonância da sociedade,” concluiu.

Texto e foto: Assessoria de Comunicação do vereador

 

 

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