Texto: Ketlen Gomes – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Assessoria de Comunicação do vereador]]>
Texto: Daniele Oliveira – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Ítalo Sena]]>
Texto: Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
Texto: Elisângela Araújo – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Roziel Brito]]>
Consciência Na avaliação do parlamentar, o mais importante é que a população e a classe empresarial, que também é responsável pelo destino do lixo, tenham consciência da situação. Segundo ele, o serviço prestado pela Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) teria melhor resultado e sairia mais em conta para os cofres públicos, se a prefeitura investisse mais na fiscalização. “Por que a Semulsp não contrata quinhentos fiscais e coloca nas ruas? Sairia mais barato. Esses próprios fiscais conseguiram pagar o próprio salário. Mas, precisa colocar isso em prática, urgentemente. Quem sabe, com isso, não transformam a nossa cidade numa Veneza. Só não tão bela na época de chuva, por causa do lixo que vem de todos os locais, das residências e empresas. Precisamos começar a multar, não tem como”, insistiu. Valores Apesar de ser a favor da multa, William Alemão discorda dos valores estipulados pela Unidade Fiscal do Município (UFM), para quem infringe a lei, principalmente nesse momento de pandemia. “Quando a lei diz que a multa será de dez unidades fiscais, para uma pessoa física, acredito que é demais, na situação atual que vivemos. Mas, ela precisa existir, nem que seja uma UFM, que custa hoje cento e catorze reais, ou duas UFMs”, disse. Texto e foto: Assessoria de Comunicação do vereador ]]>
Texto: Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
Texto: Renata Paula – Assessoria de Comunicação da vereadora Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
No bairro do Lírio do Vale, o vereador Jander Lobato esteve com um engenheiro da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) para ouvir a reivindicação dos moradores, e também constatou que uma das causas do problema de alagamento na área é uma construção irregular feita no leito do igarapé da Redenção, que corta o bairro. “Viemos ao bairro com a Secretaria de Infraestrutura, que vai acionar o Implurb e a Secretaria de Meio Ambiente para interditar a construção irregular e fazer um trabalho de desobstrução do igarapé. É muito triste ver essa família aqui perdendo os seus móveis. Já é difícil conseguir comprar as coisas com sacrifício e não é justo ver tudo ir embora por causa de alagação”, disse o vereador. O industriário Eliesio Lima , 40, mora há 17 anos no local e diz que já perdeu bens por causa da água que invade a casa dele, apesar da construção estar em uma rua asfaltada. “Todos nós aqui no bairro sofremos com esse tipo de problema há muito tempo, só que, ultimamente, isso ficou pior com as fortes chuvas. Temos fé em Deus que isso pode ser resolvido”. Texto e foto: Assessoria de Comunicação do vereador]]>
Texto: Michelle Cristyan – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom- CMM ]]>
Texto: Renata Paula – Assessoria de Comunicação da vereadora Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
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