Texto: Adeilson Albuquerque – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM ]]>
Texto: Laize Minelli – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
Texto: Rick Olliver – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
Texto: Bruno Rodrigues – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
Texto: Evelyn Souza – Assessoria de Comunicação da vereadora Foto: Divulgação]]>
Morosidade William Alemão fez um breve relato sobre a história da rodovia e lamentou a morosidade dos próprios políticos em resolver a situação, ao longo dos anos. “Queria lembrar aqui que, nove anos após a Suframa ser criada, foi aberta 319; e ela faz 45 anos no próximo sábado. Pena que rodou somente 12 anos. Depois de 1988, ela foi simplesmente esquecida, naquele famoso trecho do meio. Nesse mesmo período, passaram por esta Casa mais de 700 vereadores, sendo oito presidentes, contando com o atual, além de mais de 120 deputados federais e 40 senadores. Será possível que não é interessante para o Brasil que a 319 volte a rodar? Porque, se para o restante do Brasil não é importante, para nós, manauaras, é! Na verdade, é de suma importância para Amazonas, Rondônia e Roraima. Nós vamos esperar outra catástrofe igual a que passamos em janeiro para voltar a enxergar essa necessidade do estado? Sei que muitos irão dizer assim: não, mas nós só somos vereadores! Sim, somos vereadores e a 319 não fica em Manaus, mas ela é muito importante. Não tem como voltar a planejar a economia do país, se não pensarmos num acesso para todos”, destacou William Alemão. Texto: Assessoria de Comunicação do vereador William Alemão Foto; Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
Texto: Raquel Bezerra – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM ]]>
http://chng.it/NWbvdFdVtR O vereador criticou a decisão do juiz Cássio Borges do Tribunal de Justiça do Amazonas que, em plantão judiciário no último domingo, dia 21, suspendeu a Resolução 054 do Conselho Municipal de Educação que determinava um amplo debate antes de incluir o tema diversidade sexual e gênero nas escolas em Manaus. “Parece que para o juiz Cássio Borges não há discussão: esse tema vai ser empurrado “goela abaixo” das famílias, queiram ou não queiram”, afirmou o vereador. O vereador Raiff Matos questionou ainda a interferência da Justiça num processo democrático que vem sendo construído a partir da discussão desse tema. “Desde a publicação da Resolução 091 do CME os vereadores têm buscado o diálogo na construção de uma agenda positiva com os entes envolvidos no processo. Mas então a Justiça vem de maneira intempestiva e interrompe esse diálogo”, questionou. O assunto foi um dos que dominaram o grande expediente da Casa com manifestação crítica à decisão judicial por parte de todos os vereadores que se manifestaram. Fred Novaes – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
A vereadora Professora Jacqueline (Podemos) parabenizou a Justiça do Amazonas, nesta terça-feira (23/3), pela decisão liminar sobre a resolução CME N°054/2021 do Conselho Municipal de Educação de Manaus. A resolução, publicada no início deste ano, havia tornado sem efeito resolução anterior do próprio Conselho (a de n.º 091/2020) que regulamentava a inclusão da educação para as Relações étnico-raciais, Diversidade Sexual e Gênero, bem como Diversidade Religiosa. “É um retrocesso para a educação. Mais uma vez estão querendo impor a política da mordaça nos professores. Fui gestora escolar e pedia licença ao professor quando queria entrar na sala de aula. Porque na realidade eu administrava o prédio da escola e as pessoas, mas na sala a autonomia era dele e isso deve ser assegurado”, defendeu a Professora Jacqueline durante sessão plenária na Câmara Municipal de Manaus. Para a vereadora, a resolução CME Nº 091/2020 não fere nenhuma temática já aplicada dentro dos parâmetros de discursão da luta pela igualdade de direitos e a laicidade do Estado. “A resolução não tem poder de mudar o que já está na Lei de Diretrizes e Base da Educação, é necessário um ensino com pluralidade, visando uma temática inclusiva, respeitando os credos e crenças das pessoas dentro do Parâmetros Curriculares Nacionais”, acrescentou. Discriminação de Gênero No último dia 22, foi aprovado pela Câmara Municipal de Manaus o Projeto de Lei 195/2018 que institui a Semana Municipal de Conscientização Contra a Discriminação de Gênero a ser realizada anualmente na semana do dia 11 de outubro, também reconhecido pelas Nações Unidas como Dia Internacional das Meninas com objetivo de promover os direitos das meninas e mulheres adolescentes. O PL 195/2018 vai 13ª Comissão de Direitos Humanos, Povos Indígenas e Minorias. Texto: Renata Paula – Assessoria de comunicação da vereadora Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
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