Entenda o caso De acordo com informações do Governo do Amazonas, após receberem diversas denúncias pelo número 190, equipes da Central Integrada de Fiscalização (CIF) se deslocaram para o Eldorado no último sábado (10/4), e identificaram aglomerações e outras ações que descumprem os protocolos acordados com o setor de bares e restaurantes, para a reabertura com segurança nesse momento de pandemia. Na ocasião, houve o pedido para dispersão na área e uma operação do Detran flagrou 23 pessoas dirigindo sob efeito de bebidas alcoólicas. Na segunda-feira (12/4), as forças de segurança pública iniciaram o cumprimento da interdição dos estabelecimentos da Praça do Caranguejo. Reduto tradicional de bares da capital, a localidade recebeu a sanção após flagrantes, no fim de semana, de aglomeração e desrespeito às medidas sanitárias para prevenir a Covid-19. A medida foi determinada pelo governador Wilson Lima e seguirá pelos próximos 15 dias. Texto: Assessoria de Comunicação do vereador William Alemão Foto: Divulgação/Secom/Governo do Amazonas]]>
Texto: Adeilson Albuquerque – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom / CMM]]>
Apesar de defender a reabertura, William Alemão ponderou no discurso, ao enfatizar que deve haver punição sim, mas apenas para quem insistir em desrespeitar o protocolo. “O que está em jogo, principalmente, é a manutenção desses empregos. Que seja examinado exatamente quem errou, ou se foram todos, e haja punição devida. Em nenhum momento eu vou defender, nesses próximos quinze dias, que a Praça do Caranguejo volte a funcionar do jeito que estava. Isso não tem menor condições, mas lembro que há um decreto hoje, em que os estabelecimentos podem abrir com até 50% de capacidade dentro do seu espaço.”, disse William Alemão. Em relação à utilização da praça, que foi toda isolada no início desta semana por questão de segurança, Alemão saiu em defesa dos moradores, ao destacar que a mesma também é utilizada para outras atividades. “Com o fechamento, as pessoas não conseguem chegar, atravessar ou até mesmo caminhar no local. Elas precisam que seja reaberto, até porque quase não há calçada. A praça se torna uma área indispensável, inclusive, para as crianças brincarem. Acredito que podemos chegar a um acordo, podemos flexibilizar alguma coisa. Quem realmente estiver errando, que seja punido, tenha o estabelecimento fechado e não volte a utilizar as áreas públicas na praça”, insistiu William Alemão. Defesa Após ouvir outros vereadores, que também se pronunciaram sobre o assunto na sessão plenária desta terça-feira, na CMM, o parlamentar reiterou que não abrirá mão de defender quem estiver trabalhando de forma correta, dentro do que pede o decreto, mesmo que seja um entre dez empresários, por acreditar que o papel da Câmara é discutir e tentar chegar a um denominador comum sobre o assunto. “É difícil para o empresário mandar o cliente embora, mas, isso precisa ser feito. Na primeira onda, quando o decreto mandava fechar às 22h, às 21h30 eu parava tudo e, às 22h, não tinha mais ninguém no meu estabelecimento. Então, se a desculpa dos empresários do Eldorado é porque não conseguem controlar a praça, vamos mantê-la fechada, e que cada um seja responsável pela sua área. Agora, volto a falar que, enquanto tiver esse um por cento que está dentro da lei, estarei aqui falando por ele também. Volto a afirmar: sou contra as aglomerações, sou contra o que houve no Eldorado, mas sou a favor da geração e manutenção dos empregos”, concluiu. Texto: Assessoria de Comunicação do vereador Fotos: Assessoria do vereador e Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
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