Estalo A apresentadora citou o auge da pandemia como a fase em que todos tentaram se adequar à nova realidade do mundo, e questionou Alemão sobre em que momento ele se deparou com tudo o que estava acontecendo. Quando, de repente, ele sofreu aquele estalo de quem dormiu e depois acordou, com toda a situação ao redor. “Eu cansei de ficar dando murro em ponta de faca, de tentar mudar alguma coisa, estando do lado de fora. Nós temos hoje várias ferramentas em que o cidadão, uma pessoa comum, consegue ter voz, seja pelo Instagram, WhatsApp, Facebook e por meio de lives como esta, consegue chegar e ser ouvido. Mas, aí ser ouvido e conseguir com que as coisas mudem, são caminhos diferentes. E, para mudar realmente, eu teria de entrar no meio político, inicialmente como vereador, e colocar dentro da Câmara, uma visão de empresário. As coisas para o empresário funcionam diferentes, de forma mais rápida, as cobranças são mais instantâneas, as responsabilidades, o fluxo de trabalho acontece. Então, iniciei essa ideia. Quando falo de empresário, não falo daquele que é dono de um império de lojas, de fábricas, mas do meio como um todo. O microempresário sentiu demais esses efeitos negativos da pandemia, e as leis parecem que não foram feitas para eles, que são os responsáveis pela maior quantidade de emprego”, ressaltou. Para chegar a vereador da cidade de Manaus, Willliam Alemão revelou que fez uma campanha quase toda de forma online, indo para as ruas e conversando com vários setores da sociedade. E foram justamente os microempresários que deram o maior retorno nessa caminhada dele rumo à CMM. “Vários funcionários, garçons, cozinheiros e empresários se identificaram com o que eu vinha buscando, que era trabalhar em defesa dessas pessoas, da população manauara”, afirmou. Mais resiliência Várias outras abordagens foram feitas durante a live. Para acessá-las, clique no link https://www.youtube.com/watch?v=Pm6xFdhwK3w, e confira essa experiência inovadora que hoje é disponibilizada pelo Governo do Estado Amazonas, por meio do Cetam. Texto e foto: Assessoria de Comunicação do vereador ]]>
Crimes De acordo com a legislação brasileira, criar e divulgar fake news são crimes e quem pratica pode ser enquadrado em pelo menos oito artigos do Código Penal e um do Código Eleitoral, com penas que vão desde a aplicação de multas até a prisão e a perda de direitos políticos. Sem prejuízo de responsabilidades civis, administrativas, podem ser responsabilizados criminalmente tanto quem divulga como quem compartilha a notícia falsa sem checar a fonte. ‘Fake news’ na tradução do inglês para a língua portuguesa significa ‘notícia falsa’; notícias falsificadas ou notícias inverídicas. Os direitos constitucionais à liberdade de expressão e da livre manifestação do pensamento, bem como o direito constitucional ao livre exercício da atividade de imprensa exigem responsabilidades não são absolutos e não podem servir de mantas protetoras aos profissionais e cidadãos, em caso de divulgação e compartilhamento de notícias falsas deliberadas. Existe ainda lei 12.965/14 que regula o uso da Internet no Brasil por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres para quem usa a rede, bem como da determinação de diretrizes para a atuação do Estado. Texto: Julli Guerra – Assessoria de comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
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