Nesta segunda-feira (14/2), durante discurso na Câmara Municipal de Manaus (CMM), o vereador Diego Afonso (União), comentou sobre a revelação do Instituto de Pesos e Medidas do Amazonas (Ipem-AM) na cobrança abusiva da Amazonas Energia em cima das fatura dos consumidores amazonenses. O parlamentar frisou que vai acompanhar o caso para que seja levado à Justiça pela CPI da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM).
“A concessionária emite uma nota para contradizer o trabalho do Ipem, para confundir a população e seus clientes dizendo um quantitativo zero ponto cinco, falando que o Ipem já presta uma consultoria. É mais uma palhaçada de quem presta um desserviço à população da nossa cidade”, frisou Afonso.
O vereador Diego Afonso reforçou que vai acompanhar o caso e as investigações da CPI da Amazonas Energia para que o consumidor amazonense não seja mais prejudicado do que já foi. “O dobro do valor cobrado na fatura da energia, esse é um tremendo desrespeito com o consumidor. É crime e a CPI da ALEAM precisa tomar as providências urgente”, disse.
O Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-AM) revelou durante a sessão itinerante da CPI da Amazonas Energia, na última sexta-feira (11/2), que após fiscalização de mais de 25 mil medidores de energia, alguns apresentaram o dobro na contagem de consumo elétrico, impactando diretamente no valor da fatura.
O diretor-presidente do IPEM, Márcio Brito, disse que a população estava certa quando desconfiava e ainda revelou que o laudo da Amazonas Energia é ilegal. “O laudo da concessionária não tem validade, visto que o oficial é do Ipem. O Ipem é o órgão delegado do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), para realizar a medição e definir se os medidores de energia estão marcando corretamente ou não”, completou Márcio Brito.
Texto e foto: Assessoria de Comunicação do vereador
O vereador Wallace Oliveira (Pros), primeiro vice-presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), durante sessão plenária desta segunda-feira (14/2), destacou a resposta do diretor-presidente do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Amazonas (Ipem-AM), Márcio André Brito, referente aos medidores instalados pela concessionária de Energia, durante reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito Parlamentar – CPI da Amazonas Energia, instaurada na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM).
Wallace relatou que durante seu discurso feito na 23ª reunião da CPI da Amazonas Energia, ocorrido na última sexta-feira (11/2), o presidente do Ipem-AM, Márcio Brito, confirmou as denúncias recebidas pela população sobre erro na leitura dos novos medidores instalados. “De acordo com o presidente do Ipem Amazonas, foram fiscalizados mais de 25 mil medidores de energia elétrica, e os consumidores tinham razão porque os aparelhos estavam marcando errado, em alguns casos, o valor cobrado estava vindo em dobro”, citou o parlamentar reforçando a fala do presidente do Ipem-AM.
O parlamentar ainda ressaltou o trabalho executado pela Câmara de Manaus durante a 17ª Legislatura que cobrou ações corretivas da empresa relacionadas a prestação de serviço na cidade de Manaus.
“A 17ª Legislatura combateu aqui nessa Casa, de forma frontal e constante, as ações danosas da Amazonas Energia para a cidade de Manaus. Muitos vereadores, juntamente comigo, discursaram cobrando respostas efetivas sobre os problemas na prestação desse serviço. Essa Casa nunca se omitiu sobre o assunto; foram feita várias audiências públicas para tratar disso com a empresa, de forma presencial ou virtual”, afirmou.
Wallace Oliveira enfatizou a necessidade de uma resposta urgente da concessionária de Energia sobre os valores absurdos cobrados após instalação dos medidores.
“É urgente hoje, que a Amazonas Energia dê uma resposta à população sobre as contas de energia com valores absurdos cobrados depois dessa mudança nos medidores de energia elétrica. Não se pode ter qualquer tipo de aceitabilidade, pois nesse caso, independente de qualquer circunstância, o consumidor vai ser penalizado”.
Por fim, o vereador afirmou que a população foi assistida pela Câmara Municipal de Manaus sobre esse tema durante a 17ª Legislatura.
“Deixo registrado que em momento nenhum essa população, que nos demandou durante os anos de 2017, 2018 e 2019 através da 17ª Legislatura, não foi abandonada e sim assistida por essa Casa nessa questão da prestação dos serviços dessa empresa. Espero que providências contundentes e eficazes sejam tomada pela CPI da ALEAM para que essas distorções sejam corrigidas, e que os devidos ressarcimentos sejam feitos às pessoas prejudicadas nesse processo”, encerrou.
Texto: Thiago Motta – Assessoria de Comunicação do vereador
Foto: Robervaldo Rocha – Dicom/CMM
O vereador Elissandro Bessa (Solidariedade) denunciou nesta quarta-feira (17/2) que alguns supermercados da capital estão usando balanças adulteradas, lesando os consumidores que estão pagando o produto com peso abaixo do que é cobrado. O parlamentar fez um apelo ao Instituto de Pesos e Medidas do Amazonas (Ipem-AM) que fiscalize esses locais, urgentemente, para que o manauara não seja mais enganado. “Precisamos ter esse cuidado, os supermercados são os únicos estabelecimentos que estão em funcionamento. Sei que tem muito lugar sério que respeita a população, mas, sei também que outros não tem esse cuidado e pensam apenas no dinheiro. Falo isso por experiência própria e pelos inúmeros relatos que recebo. É preciso fiscalizar essas balanças e dar transparência para o consumidor, que já está passando por tanta dificuldade, que vai aproveitar o auxílio (Auxílio Manauara) para alimentar sua família e acaba se prejudicando”, finalizou Bessa. Além do Ipem-AM, o vereador informou que já ingressou pedido de fiscalização na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Municipal de Manaus. A Lei 1.521/51 dispõe sobre crimes contra a economia popular. Em seu artigo 2ª, inciso XI, a norma prevê como crime o ato de fraudar pesos ou medidas, ou vender produtos que saiba terem sidos fraudados. A pena prevista é de 6 meses a 2 anos de detenção e multa. A ocorrência mais usual desse tipo de crime é a adulteração do equipamento de medição, como balanças e outros, no intuito de gerar medida diversa da real, no intuito de enganar o consumidor. Texto: Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM ]]>
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