Auxilio conectividade Ainda na sessão desta segunda (15/3), outra matéria do Executivo Municipal foi votada e aprovada pelos vereadores em plenário, o PL programa Auxílio Conectividade tem o objetivo de dar ajuda financeira para contratação de serviços de dados e internet, aos profissionais de educação no exercício de suas funções. De acordo com a matéria, o Auxílio Conectividade será pago diretamente no contracheque do servidor beneficiado, para que ele tenha acesso à internet e possa realizar suas atividades laborais, enquanto perdurar a pandemia. “É de suma importância que o poder público possa ajudar o profissional de educação, oferecendo condições ao servidor da educação que precisa trabalhar em home office devendo estar conectado aos seus alunos”, disse Glória Carratte. Texto e foto: Evelyn Souza – Assessoria de Comunicação da vereadora ]]>
Texto: Naine Carvalho Foto: Saulo Viegas]]>
Texto: Indira Queiroz – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Gabriel Guimarães – Assessoria de Comunicação do vereador ]]>
Convocação professores Durante a coletiva de lançamento do Auxílio Conectividade, o prefeito David Almeida anunciou a convocação de 400 professores do concurso de 2017. com homologação do resultado final em 2018. A princípio, o concurso foi destinado a preencher 400 vagas, sendo nomeados mais de 3 mil candidatos do cadastro de reserva. No total, já foram realizadas 26 convocações, sendo seis em 2020. Desta vez, serão chamados 296 professores da Educação Infantil, 4 do 1º ao 5º ano, 6 de Artes, 30 de Educação Física, 3 de Ensino Religioso, 7 de Geografia, 12 de História, 17 de Língua Inglesa e 25 de Língua Portuguesa. A Semed destaca que a convocação de 400 educadores não implicará no aumento de despesa da pasta, uma vez que a nomeação se dará em substituição a dispensa de 25 professores temporários, 7 demitidos e 56 professores efetivos exonerados (sendo 48 com carga horária de 20h e quatro com carga horária de 40h, conforme publicação no DOM, em 2020. Também foram concedidas 136 aposentadorias e registrados 21 falecimentos de professores. Além disso, 145 cargas dobradas de Educação Infantil foram canceladas. Texto: Tiago Ferreira – Dircom/CMM Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
Retorno de aulas presenciais Alguns representantes da classe de professores, como o Cleber Ferreira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), afirmaram que a categoria é contra o retorno das aulas presenciais ou de forma híbrida. O sindicalista enfatizou que ainda existem riscos de contaminação e que nem professores, nem alunos estão protegidos contra a covid-19. “Não tem possibilidade nem de aula híbrida, porque ainda há riscos. Essa nova variante do coronavírus ainda causa medo em todos e enquanto não houver um estudo técnico afirmando que é seguro o retorno das aulas presencialmente, é bom que se mantenha a aula remota”, afirmou. A opinião foi compartilhada pelo pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Lucas Ferrante, que através de uma apresentação de dados na audiência, mostrou que o retorno das aulas ainda é inviável. “Não é possível ter aulas presenciais enquanto não tiver vacinação em massa de pelo menos 70% da população nos próximos dois meses. Fora que ainda existem estudos, iniciados recentemente sobre a nova variante da covid-19, a P1, que ainda precisa ser divulgado, para então sabermos as medidas de segurança que precisam mudar com essa nova ameaça”, explicou. Também participaram audiência, representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT), Sindicato dos Professores e Pedagogos das Escolas Públicas do Ensino Básico de Manaus (Asprom Sindical), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Conselho Municipal de Educação (CME), além dos vereadores Joelson Silva (Patriota) e professora Jacqueline (Podemos). Texto: Tiago Ferreira – Dircom/CMM Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
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