O vereador Capitão Carpê Andrade (Republicanos) afirmou, em discurso na tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM) nesta segunda-feira (23/5), que fez indicações de nº 257 e 259 ao Governo do Estado para que o número de provas corrigidas nos concursos da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros seja de seis vezes a quantidade de candidatos e não somente três vezes como está previsto no edital.
De acordo com o parlamentar, o Governo já autorizou aumentar número de correções do concurso da Polícia Civil do Amazonas e a mudança servirá para que mais candidatos consigam preencher o número máximo de vagas disponíveis ao final do certame.
“Não podemos deixar essa oportunidade passar, como policial militar e especialista em segurança pública sei o quanto é importante essa pauta, o quanto é importante para o concurseiro que está aguardando essa chance de se tornar um agente de segurança pública do nosso Estado”, afirmou o Capitão.
Ainda de acordo com vereador, a pauta vem sendo levantada desde o início do seu mandato, mesmo não sendo de nível municipal.
“Atuei como policial militar por 13 anos, a população sempre questionou a falta de segurança pública. O último concurso aconteceu há dez anos e com isso, a nossa população cresceu, assim como a criminalidade. A ideia é que mais pessoas possam fazer o TAF (Teste de Aptidão Física), já que, historicamente é uma etapa que representa um filtro de até 40% no número de candidatos. Precisamos de mais pessoas nas próximas etapas do exame para que possamos preencher o máximo de vagas possível ao final”, finalizou o vereador.
Texto e foto: Assessoria de Comunicação do vereador
O vereador Jaildo Oliveira (PCdoB) repudiou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) que desrespeitou a Lei Nº 1.569, de 11 de julho de 2011, que assegura ao aluno ou candidato sabatista, devidamente matriculado ou inscrito em concursos, que realize provas em dias que não coincidam com a guarda religiosa.
Segundo o parlamentar, que utilizou seu tempo no grande expediente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), nesta terça-feira (15/2), chegou a seu conhecimento várias denúncias, de pessoas que foram realizar o concurso do Corpo de Bombeiros, no último sábado (12/2), e foram barradas na porta da escolas e impossibilitadas de participar do certame.
“Vou tomar as providências legais, meu jurídico já está trabalhando nisso e não vamos desamparar essas pessoas que foram prejudicadas. Elas terão que ser respeitadas e se depender de mim vão realizar a prova”, afirmou.
Energia elétrica
Jaildo Oliveira também aproveitou seu tempo durante a sessão para criticar a empresa concessionária Amazonas Energia, que foi denunciada pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-AM), que revelou, após fiscalização, que medidores de energia instalados pela empresa apresentaram o dobro na contagem de consumo elétrico, impactando diretamente no valor da fatura.
Segundo o vereador, a empresa precisa responder pelo péssimo serviço ofertado em Manaus e por toda cobrança irregular que prejudica os consumidores. “O povo está cansado de ser injustiçado e precisamos criar mecanismos que defendam nossos moradores de situações como esta”, disse.
O parlamentar se referiu ao seu Projeto de Lei (PL), que tramita na CMM, que obriga as concessionárias de água e energia a emitir aviso prévio de 30 dias, antes de realizar qualquer tipo de inspeção, vistoria ou suspensão. Jaildo Oliveira pediu celeridade na aprovação da matéria, que segundo ele, já tem parecer favorável de todas as comissões técnicas.
“Minha proposta já tem parecer favorável das comissões, da procuradoria da Casa e espero que ainda este mês possamos conquistar essa vitória para nosso povo”, solicitou.
Texto: Indira Queiroz – Assessoria de Comunicação do vereador
Foto: Robervaldo Rocha – Dicom/CMM
O vereador Professor Samuel (PL) protocolou na manhã desta segunda-feira (14/2), uma moção de repúdio à banca organizadora da prova do concurso para ingresso no Corpo de Bombeiros aplicada no último sábado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-AM), que prejudicou dezenas de pessoas que guardam o sábado por motivos religiosos, os chamados sabatistas, pelo horário e desorganização nos locais do exame.
O parlamentar destacou que foi procurado pelas redes sociais e imediatamente acionou sua equipe jurídica. “Mais de 100 pessoas até o momento aviam sido prejudicadas. Este procedimento, viola o Inciso VI do Artigo 5 da Constituição Federal, e no mundo de inclusão que vivemos, é inadmissível tal conduta. Acionei minha assessoria jurídica imediatamente, e como presidente da Comissão de Direitos Humanos, Povos Indígenas e Minorias na Câmara Municipal de Manaus (CMM) já iniciamos os andamentos para tomar todas as medidas cabíveis”, enfatizou o vereador Professor Samuel.
Segundo comunicado oficial da FGV publicado no dia 9, as provas seriam aplicadas de 14h às 17h30 para os cargos de bombeiro militar, e das 14h às 18h30 para a função de 2º tenente bombeiro militar. O mesmo informativo diz que os sabatistas precisariam entrar junto de outros candidatos e aguardar dentro das escolas para realizar a prova após o pôr do sol.
“Os relatos que chegaram até mim foi que após algumas horas os candidatos foram convidados a se retirarem do local, pois o nome nem mesmo na lista constava, ora, a falta de organização é notável e os prejudicados não podem simplesmente não fazer o exame por falta de conhecimento e inclusão da banca”, finalizou
Texto: Paula Christina – Assessoria de comunicação do vereador
Foto: Assessoria de comunicação do vereador
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