Thaysa Lippy encaminhou quatro indicações à Prefeitura de Manaus. A primeira pedindo a manutenção e melhorias na ponte localizada entre as ruas Manuel Mathias e Guilherme Alexandre; a segunda pedindo limpeza dos arredores da escadaria localizada entre a rua Manuel Mathias e Guilherme Alexandre. Nas indicações, a vereadora também pede iluminação pública para os arredores da escadaria da mesma localidade e a construção da Ponte de Madeira no fim da rua Manuel Mathias na comunidade. Segundo a vereadora, em Manaus, 60 mil pessoas correm risco de ter as casas alagadas pela cheia, caso a cota do Rio Negro atinja 30 metros. De acordo com os moradores, com as casas alagadas eles chegam a ter que conviver com animais peçonhentos trazidos pelas águas. “Temos em Manaus pontos críticos, situações específicas. Precisamos executar um plano de ação para amenizar o problema. É preciso a intervenção de todos os órgãos da prefeitura”, frisou a vereadora. Durante a visita, a vereadora constatou que para se locomover pelas casas, é preciso andar sobre pontes rudimentares de madeira, que ficam no nível das casas. Ao pisar nas tábuas, elas balançam, estalam e algumas cedem – fazem um arco para baixo com o peso do caminhante. Essas pontes, algumas com vários centímetros de altura, são colocadas de forma provisória pela Defesa Civil antes das enchentes, para permitir a circulação. No entanto, acabam se tornando permanentes e conferem mais um aspecto de precariedade aos bairros alagados. Na cidade, ao longo de décadas, populações mais pobres se instalaram na beira dos 148 igarapés que cortam o município. Na época das enchentes, segundo a Defesa Civil municipal, aumentam os casos de hepatite, leptospirose, febre tifóide, diarréia crônica, dengue e parasitoses intestinais. Projeto de Diretriz Nesta semana, Thaysa Lippy apresentou um Projeto de Lei (PL) que cria as diretrizes municipais de contingenciamento e prevenção de enchentes, que trata de ações voltadas à redução de impactos da enchente deste ano, em Manaus. O PL já foi deliberado no plenário e tramita nas comissões técnicas da Casa Legislativa Municipal. Texto e foto: Audrey Bezerra da Assessoria de Comunicação da vereadora]]>
O defensor público geral do Amazonas, Ricardo Paiva, falou sobre a importância de ouvir as ações que estão sendo realizadas para minimizar os efeitos desta grande cheia que está se apresentando no Rio Negro e seus impactos em Manaus, no intuito de criar um Plano de Ação. “A ideia é trabalhar para a criação de um plano permanente para que possa orientar a atuação em relação as enchentes. E um fenômeno que anualmente acontece no nosso Estado. Há necessidade do gestor público se preparar para este evento anualmente. Acompanhamento das ações Nesta quarta-feira (28/4), servidores do gabinete do vereador Ivo Neto estiveram no bairro Educandos acompanhando agentes da Defesa Civil e Semasc no cadastro de moradores das áreas de risco no bairro. Segundo dados catalogados pela equipe de apoio, foram feitos 1.622 cadastros, 807 no Educandos, 511 no São Jorge, 167 no Mauazinho e 137 no bairro Presidente Vargas. “Ontem, nossa equipe esteve no local acompanhando os trabalhos. Agora a pouco, chegaram as madeiras para construção das pontes, o que vai reduzir e muito o sofrimento causado pelas cheias no local. As condições das pessoas que ali estão são difíceis, e ainda assim o trabalho está sendo feito. Por isso, quero agradecer também ao secretário Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), Sabá Reis”, finalizou ele. Texto e foto: Assessoria de Comunicação do vereador]]>
“O bairro do Educandos tem muitos becos e pontes e sempre sofrem com as chuvas e com as enchentes. Neste momento, com intuito de prevenir possíveis sinistros na enchente, a prefeitura está mapeando esses lugares mais vulneráveis para construção de pontes”, concluiu o vereador. Texto e foto: Assessoria de Comunicação do vereador ]]>