O vereador Jander Lobato (PSB) reafirmou, nesta terça-feira (17/5), o compromisso com a população de fiscalizar as irregularidades dos medidores de energia elétrica instalados pela empresa Amazonas Energia na capital. Após três meses da realização da audiência pública na Câmara Municipal de Manaus (CMM), a quantidade de irregularidades saltou de 36 para 57 medidores com problemas identificados pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem/AM).
Essa nova constatação feita pelo órgão, foi divulgada durante mais uma reunião da CPI da Amazonas Energia da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), na última sexta-feira (13/5), na Câmara Municipal de Manacapuru.
“Meu compromisso é com a população que precisa de respostas e não ser penalizada por uma irresponsabilidade como essa por parte da Amazonas Energia. Quantas famílias pagam com sacrifício suas contas de energia, com preços abusivos, assim como muitas já foram prejudicadas com esses medidores irregulares. Vou continuar fiscalizando e cobrando solução para esse problema”, afirmou Jander Lobato.
No dia 17 de fevereiro, foi realizada na CMM uma audiência pública, de autoria do vereador Jander Lobato, para tratar das irregularidades encontradas nos medidores instalados nas residências. Na época, os representantes da Amazonas Energia foram questionados sobre o assunto, além da composição tarifária, poluição visual causada pelos medidores e também acerca do cálculo para as multas contadas na tarifa de energia.
Entre fevereiro e março deste ano, o Ipem-AM chegou a notificar 36 medidores com irregularidades, o que ocasionou na multa, no valor de R$ 400 mil, à empresa Amazonas Energia. “Essas novas 21 constatações de irregularidades encontradas pelo Ipem, devem gerar o dobro da multa, conforme explicou o diretor-presidente do Ipem, Márcio André Brito, uma vez que a empresa é reincidente”, disse o vereador.
Texto e foto: Assessoria de Comunicação do vereador
Denúncia Segundo a denúncia, o diretor-presidente Paulo Henrique Martins é acusado de ferir a Lei Federal 13.467/2017 ao autorizar que quatro ex-servidores do IMMU fossem contemplados de forma indevida, recebendo a incorporação do salário, mesmo sendo impedido pela Reforma Trabalhista de 2017. A incorporação se tratava de um benefício onde o servidor público, após realizar 10 anos de serviço, poderia se evadir do cargo, mas continuaria recebendo o salário de forma vitalícia. No entanto, em 2017 a incorporação foi extinta por lei, independente do tempo de trabalho exercido pelo colaborador. Apenas aqueles que já recebiam o benefício antes da Reforma Trabalhista teriam direito de permanecerem contemplados. A denúncia aponta que quatro pessoas que não tinham completado dez anos de casa conseguiram a incorporação sob respaldo de Paulo Henrique Martins, atual secretário do Instituto. Texto: Indira Queiroz – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
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