Em seu discurso, durante sessão plenária desta terça-feira (31/5), o vereador Sassá da Construção Civil (PT) denunciou que vem sofrendo ataques nas redes sociais após afirmar que irá ajuizar ação judicial contra o presidente Jair Bolsonaro, por propaganda eleitoral antecipada, feita durante a 28ª Marcha para Jesus, realizada no último sábado (28/5), em Manaus.
O parlamentar afirmou que, para ele, não existe direita, nem esquerda. Existem partidos e opiniões diferentes. E é isso que se deve respeitar na democracia. “Todos os dias temos assuntos importantes para se debater nesta tribuna. Hoje quero trazer a questão da BR-319, por exemplo, meu partido passou e não fez. Por que agora a BR-319 não sai? Sabe por que? Porque não é culpa do presidente, nem de partido. A BR-319 não sai por causa dos órgãos ambientais. O próprio Alfredo Nascimento, que agora é do Partido Liberal, afirmou isso em uma entrevista”, enfatizou Sassá.
O vereador lembrou que é preciso que haja respeito de todos os lados, independentemente de partido ou opiniões políticas.
Outros três vereadores pediram a palavra para comentar a fala do colega parlamentar. O primeiro, o vereador William Alemão (Cidadania) parabenizou Sassá pelo tema e acrescentou ser frustrante a espera pela retomada das obras que levarão asfalto à estrada. “Existiu uma tratativa muito forte, junto ao ministro de Infraestrutura, que chegou a afirmar que a BR seria asfaltada. Chega a ser frustrante, quando achamos que finalmente as obras de recapeamento sairiam do papel, elas não saíram…Esse agora será quando?”, questionou Alemão.
O vereador Capitão Carpê (Republicanos) lembrou que, para recapear a BR-319 não é preciso derrubar uma só arvore, porque a BR já existe. Mas que ela não sai, por causa dos impasses ambientais.
Já o vereador Elissandro Bessa (Solidariedade) foi além, e disse que a culpa da Estrada não ser recuperada é do governo federal sim, e afirmou que há descaso com o Estado do Amazonas. Ele citou como exemplo a situação da BR-174. “O presidente não gosta do nosso Estado. Essa é a verdade. Prova disso é a BR-174, do lado de Roraima tá pavimentado, do lado do Amazonas não está.
Texto e foto: Assessoria de Comunicação do vereador
O vereador Sassá da Construção Civil (PT) afirmou durante sessão plenária de hoje (30/5), que vai denunciar à justiça eleitoral a ação de propaganda antecipada durante a 28ª Marcha para Jesus, realizada no último sábado (28/5), em Manaus.
O evento religioso chegou à sua 28ª edição aqui na capital, e contou a com participação do presidente da República Jair Messias Bolsonaro e parlamentares da base aliada.
Em seu discurso, o vereador Sassá fez questão de enfatizar que apoia o momento de adoração para Jesus, promovido pelos evangélicos. “Mas para os verdadeiros evangélicos a politicagem, inserida no ato deste ano, é uma ofensa à fé cristã”, concluiu o parlamentar.
Vale ressaltar que na Câmara Municipal de Manaus, 14 vereadores fazem parte de alguma congregação evangélica, nenhum deles pediu a palavra para repudiar a fala do vereador Sassá.
Texto e foto: Assessoria de Comunicação do vereador
O vereador Marcel Alexandre (Avante) participou, neste último sábado (28/5), da 28ª Marcha para Jesus 2022, promovida pela Ordem dos Ministros Evangélicos do Amazonas (OMEAM), e que contou com a presença do presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro e da primeira-dama Michelle Bolsonaro, com um público estimado de 800 mil pessoas.
Segundo o vereador, antes do início da marcha, o presidente se reuniu com lideranças eclesiásticas e políticas do Estado e do município no Teatro Amazonas e agradeceu ao convite para participar do evento. Na oportunidade, Bolsonaro cedeu a palavra a primeira-dama que pontuou que a “luta tem sido grande, mas que entende que o presidente é apenas um instrumento que Deus tem usado para estabelecer o seu trono acima de tudo e todos nesta nação”.
Por volta das 12h os fiéis concentraram-se na Praça da Saudade, no Centro da capital e percorreram as ruas da cidade, com louvores e orações para que Deus abençoe o Brasil. Após o trajeto, a multidão reuniu-se no Centro de Convenções Sambódromo.
Dentre as autoridades locais presente na cerimônia de encerramento, estiveram o governador do Amazonas, o prefeito de Manaus Davi Almeida (Avante), o presidente do Ministério Internacional da Restauração (MIR), apóstolo Renê Terra Nova, o vereador Marcel Alexandre, dentre outras autoridades.

Na ocasião o presidente Jair Bolsonaro destacou o bem-estar da população como sendo sua prioridade. “Temos uma jornada pela frente. Esta jornada começa com o perdão, fazendo o bem, mostrando interesse em ajudar o próximo. Só assim atingiremos nosso objetivo final, que passa pelo bem-estar da população até a vida eterna. Para isso, temos princípios e valores familiares. Temos um só Deus, um só Senhor! Quem serve a dois senhores, não pode nos representar. Somos contra a ideologia de gênero, somos contra a liberação das drogas, somos contra jogos de azar no Brasil. Por isso oremos para que Deus esteja sempre acima de todos. Obrigado pelo convite, a marcha não é por minha presença, a marcha é para Jesus!”
A maior autoridade governamental do Brasil, finalizou sua fala enfatizando que a região amazônica é a região mais rica do mundo e enfatizou seu respeito e compromisso com o desenvolvimento do Amazonas.
Segundo o vereador Marcel Alexandre, que também é pastor, a ocasião favorece Manaus tanto no aspecto do desenvolvimento econômico, quanto espiritual. “Estamos caminhando junto com o presidente e entendemos que sem Deus nada podemos fazer, colocamos todos os nossos projetos em Suas mãos e pedimos a Sua direção, para que Manaus, o Amazonas, o Brasil, seja uma geografia alcançada pelas promessas divinas, que são a graça e a prosperidade. Vimos a força da igreja em Manaus, com um número expressivo de Cristãos que compreendem que feliz é a nação cujo Deus é o Senhor!”.
Texto: Adália Marques – Assessoria de Comunicação do vereador
Foto: Assessoria de Comunicação do vereador
A prorrogação dos efeitos do decreto que reduz em 25% a Alíquota do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, foi repudiada pelos vereadores da Câmara Municipal de Manaus (CMM) durante a sessão desta terça-feira (05/4).
No final de fevereiro, Bolsonaro editou um decreto que reduz o imposto em até 25%, o que gerou críticas de empresários e políticos do Amazonas, que argumentam que a medida diminui a competitividade da ZFM o que fez o presidente prometer que iria rever a decisão.
Porém, na noite da última quinta-feira (31/3), Bolsonaro publicou no Diário Oficial da União (DOU), novo decreto prorrogando por mais 30 dias os efeitos da decisão anterior.
O assunto foi levado à tribuna pelo vereador Lissandro Breval (Avante) que fez uma moção de repúdio ao governo federal. Ele pediu que a Frente de Recuperação Econômica da CMM, se reúna para buscar alternativas para tentar reverter o decreto. “Precisamos ir à Brasília para discutir com a bancada amazonense como mudar essa decisão, até agora não temos uma decisão ou resposta à promessa feita pelo presidente e queremos que tudo isso seja revisto”, salientou.
O presidente da Frente de Recuperação Econômica, vereador Diego Afonso (União Brasil), sugeriu que os vereadores participem da Marcha do Legislativo que acontece em Brasília de 26 a 29 de abril em protesto a esse decreto. “Essa é uma pauta clara do Amazonas e de Manaus, vamos fazer essa reunião o quanto antes e elaborar uma carta aberta até o governo federal para que ele entenda e revise o decreto que garante a Zona Franca de Manaus”.
O vereador Caio André (PSC) também criticou a atitude do governo federal e enfatizou que isso vai representar o desemprego de ao menos 300 mil pessoas. “A simples redução do IPI, vai fazer não que as empresas multinacionais migrem para outros estados do sul do país, mas sem a obrigatoriedade do processo produtivo básico no Brasil, o que fará fatalmente que o povo brasileiro perca cerca de 300 mil empregos.”, alertou o parlamentar.
Para o vereador Kennedy Marques (PMN), o problema vai muito além da redução do IPI e cita a recuperação da BR-319 como fundamental para o avanço da capital amazonense em outras áreas. “Precisamos falar sobre isso, é algo que cobro, e se hoje ainda dependemos da Zona Franca é porque ninguém teve responsabilidade com o avanço da pavimentação da 319, porque só estamos isolados por conta disso”, disse.
Texto: Tiago Ferreira – Dircom/CMM
Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM
O presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereador David Reis (Avante), abriu a sessão plenária desta segunda-feira (07/3) fazendo um resumo da reunião convocada pelo prefeito David Almeida (Avante), realizada no último dia 28 de fevereiro, para discutir os impactos à Zona Franca de Manaus (ZFM), causados pelo pelo Decreto Federal nº 10.979, que reduz em 25% a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), e que contou com a presença da maioria dos vereadores do parlamento, deputados estaduais e federais, além de outras autoridades.
Na reunião, David Reis, em nome da CMM, assinou uma Carta Aberta, enviada ao governo federal em defesa da ZFM, já que a redução do IPI, trará ao estado a perda de competitividade em relação a outros estados que vão poder baixar o imposto. “Essa Carta já foi enviada ao presidente da república e toda força que pudermos fazer para evitar qualquer prejuízo ao modelo Zona Franca, iremos fazer. Este é um programa que não apenas garante os empregos, mas também colabora diretamente com o meio ambiente, e por isso, temos que ter um olhar maior sobre o problema que este decreto pode trazer para o todo”, afirmou.
O discurso foi reforçado pelo presidente da Comissão de Economia, Finanças e Orçamento (Cfeo), vereador Lissandro Breval (Avante), que também pediu que a CMM aprove uma moção de repúdio contra o Decreto Federal. “Essa decisão fere a nossa Zona Franca, fere a nossa competitividade e principalmente os empregos”, argumentou.
O primeiro vice-presidente da CMM, vereador Wallace Oliveira (Pros), pediu que a mesa-diretora estabeleça uma movimentação para ter um posicionamento mas rígido quanto ao tema. “Fomos bem representados na reunião convocada pelo prefeito e esse é um momento importante para criarmos um documento oficial, assinado por todos para trazer um posição oficial sobre essa situação”, destacou.
O vereador Elissandro Bessa (SD) também pediu que a Câmara de Manaus reforce sua atuação no debate sobre esse decreto através da criação de uma Comissão que fique atenta a qualquer nova decisão sobre esse decreto. “Precisamos ser protagonistas nesse episódio, o que estão fazendo é muito grave, muitos dependem da ZFM, para sobreviver e essa comissão vai atuar diretamente nessa frente, temos economistas, administradores, advogados que podem atuar nesse meio”, disse.
Um documento de repúdio assinado por 4.800 trabalhadores do Distrito Industrial também foi apresentado durante os discursos, pelo vereador Sassá da Construção Civil (PT), que pediu que fosse anexado à carta aberta enviada ao Governo Federal.
Os vereadores Allan Campelo (PSC), Caio André (PSC), Daniel Vasconcelos (PSC), Elan Alencar (Pros), Raulzinho (PSDB), William Alemão (Cidadania), Marcel Alexandre, Diego Afonso (União Brasil) e João Carlos (Republicanos) também reforçaram os repúdios ao Decreto.
Texto: Tiago Ferreira – Dicom/CMM
Foto: Robervaldo Rocha – Dicom/CMM
Trabalhadores de cultura O vereador Raiff Matos lembrou dos profissionais de cultura da cidade de Manaus. Raiif lembrou que esses trabalhadores foram os primeiros a parar na pandemia e que, possivelmente, serão os últimos a voltar. “Que possamos ampliar as políticas públicas na defesa dessa categoria que envolve milhares de trabalhadores. Minha luta continua na defesa desses homens e mulheres honrados que querem trabalhar com dignidade pelo pão de cada dia”, afirmou o vereador. Texto: Fred Novaes – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Joelma Sanmelo – Assessoria de Comunicação do vereador ]]>
O presidente da Comissão de Saúde (Comsau/CMM), vereador doutor Daniel Vasconcelos (PSC), afirmou que o local vai ajudar na retomada econômica. “Esse centro de exposições de feiras pode ajudar a abrir oportunidades para as pessoas que estão precisando comercializar seus produtos, nesse momento de pandemia. Um momento difícil pra todos nós, provavelmente a pior crise sanitária de todos os tempos que estamos passando”, frisou. A inauguração da segunda etapa do Centro de Convenções Vasco Vasques contou com a presença do presidente, Jair Bolsonaro, sem partido, acompanhado por alguns ministros e autoridades locais, como o prefeito de Manaus, David Almeida. Segundo o governador do Amazonas, Wilson Lima, o novo espaço com 14.300m2 tem capacidade para comportar até seis mil pessoas, e deve funcionar após a liberação de realização de eventos, suspensos devido a pandemia do vírus da covid-19. “Os dados do Ministério do Turismo mostram o quanto o estado tem potencial para que a gente possa alavancar e possa avançar cada vez mais. Nós passamos por um momento muito difícil nos meses de janeiro e fevereiro por conta da covid-19”, lembrou. A estrutura dispõe de três salões para exposições, 12 elevadores, incluindo dois de serviços e um de carga, para transporte de embarcações e carros. O investimento de mais de R$ 40 milhões contou com recursos dos governos federal e do Amazonas. Após receber o título de Cidadão Amazonense, de autoria da Assembleia Legislativa do Estado (ALE/AM), Bolsonaro lembrou das ações federais realizadas para combater a pandemia em Manaus. “A equipe que nós temos em Brasília soube colaborar e muito para que os danos dessa pandemia fossem diminuídos. A gente pede a Deus que essa pandemia logo nos deixe e o Brasil possa voltar a sua normalidade”, finalizou. Fungetur Durante a solenidade, também foi assinado o termo de transferência de recursos para a recuperação do setor turístico, no valor de R$ 1,2 bilhões. Desse total, R$ 128 milhões do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) serão destinados ao Banco da Amazônia. Cestas Básicas O ministro da Cidadania, João Roma, anunciou ainda a distribuição de alimentos às comunidades tradicionais do estado. Mais de 270 mil cestas básicas serão destinadas a, aproximadamente, 121 mil famílias no Amazonas. A ação faz parte da iniciativa Brasil Fraterno, que atende pessoas em situação de vulnerabilidade nos municípios mais afetados pelos impactos econômicos e sociais, provocados pela pandemia. “Só aqui em Manaus são mais de 90 mil cestas básicas. Todo esse material, esses mantimentos essenciais, se somam a uma série de iniciativas do governo federal”, completou. Texto: Naine Carvalho – Dircom/CMM Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>
Texto e foto: Fred Novaes – Assessoria de Comunicação do vereador]]>
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