O vereador Rodrigo Sá, presidente estadual do Progressistas no Amazonas, participou nesta terça-feira (19 de agosto), em Brasília, de dois eventos de grande relevância para a política nacional: a XVII Convenção Nacional do Progressistas e a Convenção da Federação União/Progressista (UPB), realizada em parceria com o União Brasil, no Senado Federal.
Na Convenção Nacional, liderada pelo senador Ciro Nogueira, foram deliberadas alterações no estatuto, além da eleição da nova Executiva Nacional. Já a Convenção da Federação União/Progressista marcou oficialmente a união entre Progressistas e União Brasil, fortalecendo a representatividade partidária no cenário nacional.
Durante o encontro, Rodrigo Sá foi confirmado como membro titular do Diretório Nacional e suplente do Conselho Consultivo, assumindo posição de destaque no núcleo de decisões estratégicas da sigla.
“É uma honra representar o Progressistas do Amazonas em duas convenções tão históricas. Tenho certeza de que a nova federação, junto às grandes lideranças do partido, vai priorizar os principais desafios do país, como segurança pública, equilíbrio fiscal, desenvolvimento econômico e sustentabilidade, construindo soluções que tragam progresso e equilíbrio para todos os brasileiros”, afirmou o parlamentar.
A participação do vereador reforça o protagonismo do Amazonas no Progressistas e na recém-criada Federação União Progressista, consolidando presença nos espaços de decisão que irão contribuir para os rumos da política nacional.
Texto: Vandreza Costa (assessoria de imprensa do parlamentar)
Durante seu pronunciamento, Rodrigo Sá (Progressistas) alertou para os riscos representados pelo Projeto de Lei nº 4247/2019, atualmente em tramitação no Congresso Nacional, que propõe a criação de uma Zona Franca no Distrito Federal e em municípios do entorno, abrangendo 19 cidades de Goiás e quatro de Minas Gerais. Segundo o vereador, essa proposta ameaça diretamente a sustentabilidade da ZFM e exige uma reação imediata das autoridades locais.
“Precisamos levar infraestrutura, asfalto, serviços de drenagem e limpeza pública para a área da Zona Franca, que é o coração econômico da nossa cidade. Essa não é uma luta apenas do Congresso Nacional, é uma missão nossa também, do parlamento municipal”, afirmou Sá, que preside a 10ª Comissão de Indústria, Comércio, Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda da CMM.
“Foram arrecadados no último ano, R$ 204 bilhões, gerando cerca de 130 mil empregos diretos e mais de 550 mil empregos diretos e indiretos. Qualquer tentativa de replicar esse modelo em outra região significará perda de empregos, queda de arrecadação e menos recursos para áreas essenciais como saúde, educação e segurança”, destacou.
A fala do vereador recebeu apoio de outros parlamentares. O vereador Diego Afonso (União Brasil) ressaltou a relevância social do modelo.
“São esses milhares de empregos que garantem o sustento diário da população manauara, especialmente do operário do Distrito Industrial. Todos esses ataques que os demais estados fazem ao nosso modelo precisam ser combatidos por nós, que representamos os trabalhadores do Polo Industrial de Manaus. E, para alavancar ainda mais esse modelo, é fundamental que tenhamos mais infraestrutura”, disse o líder do União Brasil na CMM.
Já o vereador José Ricardo (PT) chamou atenção para o caráter estratégico e exclusivo da Zona Franca de Manaus.
“Essa discussão precisa ser permanente. A arrecadação do Estado e do município de Manaus está fortemente vinculada ao nosso Polo Industrial. A Zona Franca tem uma prerrogativa única, que só ela pode conceder incentivos federais a empresas instaladas em Manaus, em um perímetro específico. Do outro lado da ponte, em Iranduba, por exemplo, não há esse benefício”, afirmou.
Rodrigo Sá também fez um resgate histórico da criação da ZFM, instituída em 1967, e explicou sua importância para a integração nacional e a interlocução comercial com países vizinhos, como Peru, Bolívia e Colômbia. Segundo ele, o modelo foi concebido não apenas como vetor de desenvolvimento regional, mas também como estratégia de reforço da soberania nacional na região amazônica.
“Pouca gente sabe, mas a criação da Zona Franca foi também uma forma de fortalecer a presença brasileira na Amazônia e garantir uma via de comércio com os países vizinhos. Em troca, o Amazonas mantém mais de 80% da floresta em pé, o que tem um custo alto para o setor primário e para o crescimento da população local”, concluiu.
A fala do vereador reforça o apelo por uma atuação mais efetiva da CMM na defesa da ZFM, modelo considerado essencial tanto para a economia quanto para a preservação ambiental da região.
Propositura Neste mês de março, Thaysa Lippy propôs, na semana passada, um projeto de lei que reserva a mulheres em situação de violência doméstica e familiar ao menos 5% das vagas de emprego nas empresas que possuem contratos com o poder público municipal. De acordo com a proposta, estará previsto que nas contratações firmadas pelo município de Manaus, que tenham por objeto a prestação de serviços públicos, será exigido que 5% das vagas de trabalho relacionadas com a prestação da atividade-fim sejam destinadas a mulheres vítimas de violência doméstica. Segundo a vereadora, a medida contribui para que mulheres nessas situações possam se desvencilhar economicamente dos algozes e, assim, romper o ciclo de violência. Texto: Audrey Bezerra – Assessoria de comunicação da vereadora Foto: Robervaldo Rocha – Dircom / CMM]]>
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