TV Câmara Manaus aborda qualidade do ar em programa nacional da Rede Legislativa

Edição do “Participação Popular” discutiu mudanças climáticas e os impactos do fenômeno El Niño no país

O cenário exige atenção redobrada durante o período - Foto: Eder França e Cleuton Silva - Dicom

A TV Câmara Manaus, por meio da Diretoria de Comunicação da Câmara Municipal de Manaus (Dicom/CMM), integrou, na quarta-feira (30 de setembro), o programa “Participação Popular”, da Rede Legislativa de Rádio e TV, transmitido a partir de Brasília. A edição discutiu as mudanças climáticas no país e os impactos do fenômeno El Niño na vida da população.

A repórter Stephane Brasil esteve na abertura do programa e realizou outras duas entradas ao vivo. As participações mostraram os desafios enfrentados pela população de Manaus diante dos episódios de fumaça e da baixa qualidade do ar.

Moradores da capital amazonense relataram como têm enfrentado a presença da fumaça e quais medidas vêm adotando para minimizar os efeitos do problema em casa, na rua e no ambiente de trabalho.

No estúdio, em Brasília, especialistas analisaram as condições climáticas registradas no país. Entre os convidados estavam Leydson Dantas, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), e Ricardo Branco, coordenador de Inovação e Suporte para Disseminação de Alertas da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil.

Para a jornalista Stephane Brasil, a presença da TV Câmara Manaus no programa foi uma oportunidade de apresentar a realidade enfrentada na capital amazonense e destacar a importância das medidas de prevenção durante o período.

“Importante noticiar o Amazonas, mostrando a situação que estamos enfrentando, principalmente neste período de estiagem. Também é fundamental falar sobre prevenção e sobre os cuidados que os grupos mais vulneráveis precisam ter neste período”, afirmou.

Fumaça dia após dia

Manaus vem registrando, nas últimas semanas, sucessivos episódios de fumaça e comprometimento da qualidade do ar durante o período de estiagem.

Segundo o Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em algumas áreas de Manaus, a concentração de partículas finas no ar já chegou a 587,9 microgramas por metro cúbico (µg/m³), valor mais de três vezes acima do limite máximo de referência indicado pela plataforma.

O cenário exige atenção redobrada durante o período, especialmente entre os grupos mais vulneráveis aos efeitos da baixa qualidade do ar.

Texto: Gabriele Oliveira/Dicom

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