Marcelo Serafim chama atenção da população sobre cuidados com hepatites virais

Ministério da Saúde reforça alerta em todo o país com a campanha: “Para cada hepatite, tem um cuidado”

O alerta do vereador Marcelo Serafim vem alinhado à orientação feita pelo Ministério da Saúde - Foto: Charles Fernandes/Assessoria

Farmacêutico e servidor da saúde municipal, licenciado para cumprimento do mandato parlamentar, o vereador Marcelo Serafim (PSB) reforça a orientação para que a população procure saber sobre os cuidados necessários na prevenção das hepatites virais.

“O Sistema Único de Saúde oferece gratuitamente vacinação para os públicos indicados, testagem, acompanhamento e tratamento”, reforçou Marcelo.

O alerta do vereador Marcelo Serafim vem alinhado à orientação feita pelo Ministério da Saúde. Dados do Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2026 mostram diferenças importantes no perfil das pessoas diagnosticadas. Em 2025, a hepatite A apresentou as maiores taxas entre adultos de 25 a 34 anos. Já nas hepatites B e C, as maiores taxas de detecção se concentraram em faixas etárias mais avançadas, sobretudo entre os homens.

Na hepatite A, as maiores taxas de incidência em 2025 foram registradas entre pessoas de 30 a 34 anos, com 5,2 casos por 100 mil habitantes, e de 25 a 29 anos, com 5,1. Entre os homens, as taxas chegaram a 7,9 e 7,6 casos por 100 mil habitantes nessas faixas, respectivamente.

Para a hepatite B, as maiores taxas de detecção foram registradas entre pessoas de 55 a 59 anos (9,8 casos por 100 mil habitantes), de 50 a 54 anos (9,4) e de 45 a 49 anos (8,7). Entre os homens de 55 a 59 anos, a taxa chegou a 13,1 casos por 100 mil habitantes.

Na hepatite C, a concentração nas faixas etárias mais avançadas é ainda mais evidente. As maiores taxas foram registradas entre homens com 60 anos ou mais (21,1 casos por 100 mil habitantes) e de 55 a 59 anos (21,0). Somente entre pessoas com idade acima de 60 anos, foram confirmados 5.921 casos no país em 2025 — o maior número entre todas as faixas etárias.

As formas de prevenção e cuidado mudam de acordo com cada hepatite viral, mas o diagnóstico precoce é fundamental para evitar a progressão das infecções e ampliar o acesso ao tratamento. A população pode procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para receber orientação, verificar a indicação de vacinação e ter acesso à testagem para hepatites B e C.

Texto: Charles Fernandes (assessoria de imprensa do parlamentar)

 

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