O vereador Saimon Bessa (União Brasil) manifestou-se de forma crítica após declarações que compararam vereadores a algo depreciativo, gerando repercussão no meio político. Para o parlamentar, a fala representa um desrespeito não apenas aos vereadores, mas principalmente, à população que é representada no Legislativo municipal.
Além disso, Saimon Bessa também questionou a proposta que pretende transformar vereadores em conselheiros. Na avaliação do vereador, a medida enfraquece o papel das câmaras municipais e compromete a representatividade, sobretudo em cidades onde o vereador é o principal elo entre a população e o poder público.
“Não podemos aceitar esse tipo de posicionamento. O vereador está na base da democracia, é quem vive a realidade dos bairros, ouve a população e cobra soluções. Desqualificar essa função é desrespeitar diretamente o povo”, afirmou.
O parlamentar destacou ainda que propostas que retiram a estrutura mínima do mandato dificultam o exercício da função pública e afastam a participação popular. Segundo ele, o debate político deve ser feito com responsabilidade e respeito institucional.
“Propostas que retiram a estrutura mínima do mandato comprometem diretamente o exercício da função pública. Sem condições adequadas de atuação, o vereador perde capacidade de fiscalizar, propor soluções e, principalmente, de representar a população com eficiência. Isso não fortalece a política, pelo contrário, afasta a participação popular e enfraquece a democracia. O debate precisa ser feito com responsabilidade e respeito às instituições”, enfatizou Bessa.
A discussão ganhou força nas redes sociais e entre representantes do Legislativo municipal, reacendendo o debate sobre o papel dos vereadores na estrutura democrática e a importância da valorização das instâncias locais de poder.
Texto: Saulo Fernando (assessoria de imprensa do parlamentar)







