Sérgio Baré reforça apoio a fisioterapeutas em mobilização por piso nacional

Vereador destaca articulação com o Sinfisio e defende a aprovação de salário mínimo de R$ 4.650 para a categoria no Congresso Nacional

O ato reuniu profissionais e entidades de classe no Congresso Nacional. - Foto: Eder França e Cleuton Silva/Dicom

O vereador Sérgio Baré (PRD) manifestou apoio à mobilização nacional de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais realizada nesta quarta-feira (25 de março), em Brasília. O ato, que reuniu profissionais e entidades de classe no Congresso Nacional, cobrou a votação final do Projeto de Lei nº 1.731/2021, que estabelece o piso salarial das categorias em R$ 4.650 para jornadas de 30 horas semanais.

Acompanhando os desdobramentos da audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, Baré ressaltou a importância da união entre o mandato parlamentar e o Sinfisio para fortalecer as prerrogativas dos profissionais no Amazonas. Atualmente, o Brasil conta com cerca de 480 mil fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais em atividade.

A trajetória de Sérgio Baré à frente do Sinfisio-AM confere ao parlamentar um papel de interlocutor técnico nas discussões sobre saúde em Manaus. Ele destaca que a valorização financeira é o pilar para garantir a qualidade do atendimento à população e a fixação de especialistas na rede pública estadual e municipal.

“Conheço de perto os desafios da nossa classe porque estive na presidência do sindicato lutando por essas prerrogativas. Hoje, na Câmara, meu compromisso permanece o mesmo: garantir que o fisioterapeuta seja respeitado e que o piso nacional se torne realidade para dar segurança jurídica e financeira a milhares de colegas”, afirmou o vereador.

Mesmo com foco na capital amazonense, Baré tem monitorado a audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. O vereador pontua que o fortalecimento do Sinfisio-AM e o apoio à aprovação do piso federal são agendas complementares. Em sua atuação legislativa recente em Manaus, ele viabilizou a inclusão de vagas para a categoria em editais de saúde e garantiu, por lei, o atendimento especializado para mulheres mastectomizadas na rede municipal.

A expectativa é que a pressão exercida pelas entidades de classe e por parlamentares com histórico no setor acelere a votação do projeto, que beneficiará mais de 300 mil profissionais em todo o país.

Texto: Carol Veras (assessoria de imprensa do parlamentar)

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