A terceira reunião ordinária da Comissão de Indústria, Comércio, Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda da Câmara Municipal de Manaus (CMM), realizada nesta terça-feira (17 de junho), discutiu a possibilidade de revisão do Plano Diretor da capital, com foco na ampliação da área do Polo Industrial de Manaus (PIM). A iniciativa é liderada pelo vereador Rodrigo Sá (Progressistas), presidente da Comissão.

Segundo o parlamentar, o debate foi motivado pelo interesse crescente de empresas — especialmente internacionais, como grupos chineses — em investir na cidade, o que tem evidenciado a escassez de áreas apropriadas para instalação de novas indústrias.

“Muitas vezes, não existe um local adequado para que essas empresas possam se instalar. Nosso objetivo é construir soluções em conjunto com o município e o estado para promover uma revisão eficaz e estratégica do Plano Diretor”, afirmou Rodrigo Sá.

A reunião contou com a participação de vereadores membros e suplentes da comissão, além de convidados, fortalecendo o diálogo institucional sobre o desenvolvimento econômico de Manaus. Estiveram presentes os vereadores Eurico Tavares (PSD), Paulo Tyrone (PMB), Rosivaldo Cordovil (PSDB), Professora Jaqueline (União Brasil), João Carlos (Republicanos), Everton Assis (União Brasil) e Saimon Bessa (União Brasil).

Além da pauta principal, a Comissão também votou dois pareceres de Projetos de Lei de autoria dos vereadores Ivo Neto (PMB) e Mitoso (MDB).

Para Rodrigo Sá, a revisão do Plano Diretor é uma medida essencial para preparar a cidade para o futuro e impulsionar a economia local.

“Foi uma reunião produtiva, com pautas importantes para o crescimento da nossa cidade. Nosso foco é gerar mais oportunidades de emprego, renda e atrair investimentos que contribuam com o desenvolvimento de Manaus”, concluiu.

Texto: Cadu Rocha (assessoria de imprensa do parlamentar)

Na manhã desta quinta-feira (20 de fevereiro), o vereador Rodrigo Sá (Progressistas) participou da 312ª reunião do Conselho de Desenvolvimento do Amazonas (Codam), realizada no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), no Distrito Industrial, zona Leste de Manaus. O encontro, que marcou a primeira reunião de 2025, teve como pauta a análise de 42 projetos industriais, totalizando R$ 1,56 bilhão em investimentos previstos para o Estado.

Durante a reunião, o vereador, que também preside a Comissão de Indústria, Comércio, Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda da Câmara Municipal de Manaus (CMM), ressaltou a importância dessas iniciativas para a geração de empregos e o fortalecimento da economia estadual, reforçando o papel estratégico do setor industrial no desenvolvimento regional.

“Como presidente da Comissão responsável por discutir e aprovar políticas voltadas ao desenvolvimento econômico, é fundamental acompanhar de perto iniciativas que impulsionam o crescimento do Amazonas. Nosso grande objetivo é a geração de emprego e renda, e esses investimentos desempenham um papel essencial nesse processo, garantindo, acima de tudo, mais qualidade de vida para a nossa população”, destacou o parlamentar.

Rodrigo Sá também ressaltou o papel fundamental do governador Wilson Lima (União Brasil) e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), liderada pelo secretário Serafim Corrêa, no avanço de setores estratégicos, como tecnologia, inovação e o polo de duas rodas, garantindo mais oportunidades para a população.

Texto: Cadu Rocha (assessoria de imprensa do parlamentar)

O vereador Diego Afonso (União Brasil), 2° vice-presidente da Câmara Municipal de vereadores e presidente da Frente Parlamentar de Recuperação Econômica dos impactos causados pela Covid-19 (Frenpre), esteve na noite desta sexta-feira (27/5), representando a Casa legislativa no Prêmio Industrial  da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM).

Para o Diego, a luta pela Zona Franca é constante, os empregos diretos e indiretos devem ser preservados após ataques contra a modal econômico da Região Norte.

“A luta em defesa da Zona Franca é árdua e constante, pois representa 29,53% em participação do PIB do nosso Estado, gerando oportunidade, renda para a nossa gente, além da preservação da floresta Amazônica no nosso território”, disse.

Segundo o presidente da FIEAM, Antonio Silva, os últimos anos foram difíceis, com muitas perdas e crise provocada pelos efeitos da pandemia. Foi necessário adotar medidas para conter a crise que se instalou e reverberou em prejuízos para toda a economia nacional, com duros impactos na indústria local.

“Entendemos ser importante retomar tal solenidade, a fim de reconhecer o valoroso trabalho desenvolvido pelos nossos companheiros que têm engrandecido a indústria amazonense”, destacou Silva.

Evento

Como parte das comemorações do Mês da Indústria, em maio, a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM) entregou, nesta sexta (27), no Salão de Eventos do Clube do Trabalhador do Amazonas, os diplomas e medalhas de Mérito Industrial a personalidades ligadas direta ou indiretamente ao segmento industrial do Estado.

Texto e foto: Assessoria de Comunicação do vereador 

O vereador Sassá da Construção (PT) utilizou suas redes sociais para parabenizar a decisão do Ministro do Supremo Tribunal Superior (STF), Alexandre de Moraes, que suspendeu a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para mercadorias produzidas na Zona Franca de Manaus (ZFM). A medida cautelar (provisória) publicada nesta sexta-feira (06/5), pelo ministro suspende os Decretos nº 11.047, de 14/04/2022, 11.052, de 28/04/2022, e 11.055/2022, da Presidência da República.

Segundo o vereador a medida vem de encontro as necessidades da classe trabalhadora, mas é necessário se manter na luta, pois a guerra ainda não acabou e não podemos baixar a guarda. ” A luta em defesa da Zona Franca e diária, sempre estamos sofrendo ataques indiretos, para barrar nossos incentivos, mas agora foi bem direito, esse governo trata o Amazonas, como se não fosse Brasil”, desabafou.

A decisão do ministro, proferida nesta sexta-feira, atende a ação ingressada pelo partido Solidariedade (SDD) do deputado Estadual Ricardo Nicolau e do deputado federal pelo Amazonas Bosco Saraiva. Além do Solidariedade, que acionou o STF com Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin).

Texto: Assessoria de Comunicação do vereador

Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM

Na sessão plenária da última quarta-feira (20/4), durante o pequeno expediente na Câmara Municipal de Manaus (CMM), o vereador Caio André (PSC) criticou o decreto do Governo Federal sobre a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O vereador afirmou que o assunto está sendo tratado na casa e que essa não é uma questão política, mas de sobrevivência para o estado do Amazonas e de todos da região Norte, pois atinge diretamente a economia.

O vereador iniciou o discurso convocando para que todos os políticos da região a se unirem contra esse decreto. “A questão do IPI na Zona Franca de Manaus (ZFM), uma questão que aflige a todos nós, a toda economia do estado do Amazonas, a toda economia do norte do país, e dos amazônidas. Mais uma vez urge que nós clamemos por ajuda e pela união de todos os entes políticos desse estado e da região norte do país”, convocou.

Durante o discurso, o vereador Caio André comentou a fala do ministro da economia, Paulo Guedes que, em uma entrevista, afirmou que o país tem que pagar para manter a ZFM. “Ontem eu assisti a entrevista do ministro e ele quis dizer que para manter a ZFM, o restante do Brasil precisa pagar a conta, como se nós, amazonenses, nortistas, amazônidas não estivéssemos dando a contrapartida necessária ao país e ao mundo, uma vez que, esse é o modelo econômico e de desenvolvimento regional e principalmente de preservação, mais exitoso do planeta”, pontuou.

Caio André destaca que a fala do ministro é incoerente, uma vez que ele afirma que o decreto não influencia na ZFM. O parlamentar finalizou confirmando que o tema não tem lado político, mas que trata-se de questão de sobrevivência dos estados e municípios da região norte.

“No estado é o que mais preserva no país e no Mundo, justamente em função da ZFM, aí o ministro diz o seguinte: “não, com a redução do IPI, nós não estamos mexendo com a Zona Franca, ela continuará como está”.  Continuará como está, como cara pálida? Como? Se as nossas vantagens econômicas estão indo para o espaço com esse com este decreto presidencial que foi renovado”, questionou.

“Aqui, vários vereadores já se pronunciaram sobre o assunto, e nós não nos calaremos diante disso e não compactuamos, até porque a redução do IPI, que fere de morte o modelo econômico, não é uma questão política, nem de quem é contra ou a favor do presidente. É uma questão de sobrevivência da nossa economia”, finalizou.

Texto: Assessoria de Comunicação do vereador

Fotos: Emerson Olliver – Assessoria de Comunicação do vereador

Na sessão plenária desta segunda-feira (07/3), o vereador Caio André (PSC) falou do decreto do Governo Federal Nº 10.979 que reduziu em 25% do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), o que diminui a competitividade da Zona Franca de Manaus (ZFM). Ao explanar sobre os impactos que essa atitude do Governo Federal poderá gerar para a economia do Estado, o vereador classificou que o ato “fere de morte a ZFM”.

O vereador explicou a importância do modelo econômico, ZFM, para o estado e capital. “A ZFM é a mola propulsora da economia de toda essa região. As cidades do interior do estado, que sobrevivem do repasse financeiro do Governo Federal e Estadual, sem a ZFM, minguarão e não terão mais recursos para manter sequer o funcionalismo público”, explicou. O vereador completou ainda que se engana quem acredita que essa redução é boa para os consumidores brasileiros.

“Aqueles que acreditam que a redução do IPI é algo positivo para os consumidores do país, estão muito enganados porque, com essa redução, nós não só perderemos esses empregos aqui na ZFM, mas será uma perda brasileira. Isso porque, aqui na ZFM existe o Processo Produtivo Básico (PPB), que rege a produção industrial. Aqui não só se montam motocicletas, monitores, televisores, ar condicionados, aqui se produz todo processo produtivo básico, que está aqui, atrelado a ZFM”, continuou.

Com essa redução, Caio André ressaltou ainda que mais de 300 mil empregos serão perdidos. “É um sistema capitalista e essas empresas, a partir dessa redução, não ficarão aqui para salvaguardar os empregos dos amazonenses, dos brasileiros; e isso é prejudicial não só para os amazônidas e nossa região, mas para todo o Brasil. Porque, a despeito de uma pseudo economia nesses produtos para o consumidor, nós perderemos mais de 300 mil empregos diretos no país, e não só aqui na ZFM, afinal, existem inúmeras empresas terceirizadas que prestam serviços para empresas principais”, finalizou.

Texto: Assessoria de Comunicação do vereador

Foto: Emerson Olliver – Assessoria de Comunicação do vereador

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