Durante fiscalização em postos de combustíveis de Manaus nesta quinta-feira (10/3), o vereador Rodrigo Guedes (PSC) denunciou o aumento irregular no preço da gasolina. O combustível passou a ser vendido por até R$ 7,49 o litro em alguns postos, após o anúncio do reajuste no preço da gasolina e do diesel vendidos pela Petrobras.

O reajuste, no entanto, elevará o preço da gasolina em R$0,61. Já na venda aos consumidores, o aumento será de R$0,44 no litro da gasolina. Conforme ressaltou o vereador, esse aumento, no entanto, só deve valer a partir desta sexta e, mesmo assim, os postos possuem estoque e não devem comprar com o novo valor de forma imediata e, ainda assim, aumentaram um dia antes do novo preço valer.

“O anúncio da Petrobras de aumento só vale a partir de amanhã, sexta-feira, nenhum posto ou distribuidora de Manaus está comprando ao valor mais alto, mas vários já estão vendendo a R$7,49 ou R$7,19. Eles estão se valendo da informação pública da Petrobras, da imprensa e redes sociais para enganar o consumidor fingindo que estão comprando a preço mais alto e roubando a população. Em outras palavras, estão roubando o dinheiro do consumidor e isso é crime!”, denunciou o vereador.

Guedes afirmou ainda que denunciou aos órgãos de fiscalização competentes para que a prática, que prejudica os cidadãos manauaras, não fique impune. O vereador explicou que o aumento é duplamente abusivo. “Mesmo que já estivessem comprando pelo preço mais caro hoje, estão aumentando a cobrança em 30 centavos a mais do que o que realmente deveria ser, de acordo com o valor informado pela Petrobras”, disse.

Texto: Déborah Arruda – Assessoria de Comunicação do vereador

Foto: Michell Mello

Durante sua fala, Marcus Ribeiro abordou os impactos econômicos da venda da Reman, que arrecadou em 2020 R$ 300 milhões em impostos, recursos esses que foram distribuídos entre 20 municípios do estado, incluindo a capital Manaus. Contrário à venda da Refinaria, o vereador Sassá disse que ela vai gerar grande prejuízo a população manauara, impactando diretamente no aumento de preço dos alimentos e do transporte público. Além do fator econômico, a venda da Reman também pode gerar impactos ambientais negativos, como a redução de reservas, e aumento nos preços do gás de cozinha e combustíveis, pontuou o coordenador geral do Sindipetro, Marcus Ribeiro. Texto: Ketlen Gomes – Assessoria de Comunicação do vereador Foto: Robervaldo Rocha – Dircom/CMM]]>

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